WRR Entrevista: Bide ou Balde

Clique aqui e confira uma entrevista descontraida com a banda gaúcha Bide ou Balde

Conheça a carreira do músico Lobão, o artista do mês.

Saiba mais sobre um dos melhores discos nacionais de rock da década passada.

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Clique e ouça as melhores canções do Black Sabbath.

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Ouça 20°edição Web Rádio WR com as melhores músicas do Kings of Leon.

Coletâneas WRR : Coletânea Jet - The Best Songs From Jet

Confira as melhores canções do grupo australiano JET.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pública: O que esperar de "Canções de Guerra"?

Bom dia, boa tarde e boa noite. Caro leitor, você deve estar pensando, "Afinal, o que é Canções de Guerra?", calma, explicarei a seguir. A banda gaúcha Pública, já citada algumas vezes no blog, e com dois discos de estúdio na bagagem, escalou o mapa do nosso Brasil rumo ao Rio de Janeiro, especificamente em Laranjeiras, para realizar as gravações do terceiro disco do grupo, intitulado Canções de Guerra.

A quase um mês as gravações já encerraram, e o disco está atualmente em fase de mixagem na cidade de Porto Alegre(RS), isso quer dizer que logo vamos ter trabalho novo da Pública em nossas mãos. Mas enfim, o que esperar deste novo disco?

Algum meses antes do começo das gravações de Canções de Guerra, conversei brevemente com o guitarrista da banda, Guri, que mostrou-se muito empolgado com o que poderia vir criar com a sua banda. Ao ser questionado sobre o que poderia ocasionar mudanças no sonoridade que já vimos nos álbuns anteriores, Guri explicou que a atmosfera do locais de gravação, Rio de Janeiro, iria influenciar no resultado final. Outro fator importante para possíveis mudanças que encontraremos em Canções de Guerra, será a saída de dois integrantes, no caso, Amaro(teclado) e Cachaça(bateria).

Outro ponto importante ao o que esperar do novo disco, seria a evolução natural do grupo, que mostraram isso na sequência de seus trabalhos, assim como a qualidade seguiu o mesmo rumo.Analisando todos os fatos, vemos que em breve, iremos escutar um álbum de altíssima qualidade, rock de verdade, e com talento, nada parecido do que a maior parte do cenário nacional nos mostra atualmente. Aguardem, irá valer a espera.

terça-feira, 1 de março de 2011

Filmes em 3D, bom ou ruim?

Olá meus amigos, na semana passada, depois de muito relutar, assistir Avatar (agora é a hora que todos vão dizer: Depois de tanto tempo?). Bem, para começo de conversa, tenho que dizer que esse típo de filme honestamente não me agrada em nada, mas devido ao enorme falatório da época e um trailer muito bonito, revolvi dar uma conferida.


Pois bem, achei o filme visualmente falando, insano! Mas o filme é só visual, roteiro fraco e vazio, fotografia pobre, atuações horriveis, enfim...Não foi nem uma decepção, foi uma constatação que tive de um questionamento que tenho atualmente: Essa moda de filmes 3D só faz cair a qualidade do cinema mundial. Posso citar aqui Resident Evil IV, Alice no pais das maravilhas e afins, filmes que tem um grande apelo visual porém deixam de lado uma das coisas mais importantes do cinema: Um bom roteiro e boas atuações.


Pra quem gosta de lindas imagens e um visual destruidor, vale muito a pena e é uma excelente pedida, mas acho que a grande maioria dos fãs de cinema esperam entrar em uma sala com sua pipoca, e assistir a um filme com uma história que te prenda durante aquelas duas horas aproximadamente, que te faça sair do cinema com aquela sensação de ter compreendido todo um contexto no roteiro de um bom filme, enfim...imagem é muito importante, mas acho que estão colocando isso acima de qualquer coisa no cinema atual, e com isso vão deixando as raízes de um bom filme de lado.

Por Thiago Ferreira

Arnaldo Baptista Mode On: A Música

Ei bicho, seria justo essa vida por tantos gênios a levar? Por ai ficam os cacos, os mal cheirosos de uma industria a falecer. Bruxos a solta, fantasiando meninos de buchos, aumentando meu desgosto, um gosto de veneno, e sim, o mundo é pequeno.

Começo a pensar, mim estaria errado, ou Jane's estão certos? Caso a se pensar, ou melhor, não bicho. Não me desligarei das fontes de Cazuzas, Tim Maias e Rauls, vou ficar na terra dos malucos, onde sou do bobo da corte a príncipe, e rei a procura de uma rainha, a bicho, chamarei Janis.

Ao super "estranhos" que restam, cabe viver do jeito mais grosso, atacando a cada momento, aqueles que atingem o seu medo. E aos amedrontados, escondidos e repelidos, peço que saiam de suas tocas de indignações e vamos tentar mudar essa nação. Ouçam a rítmica cardíaca deste solo, sinal de vida, mas posso dizer, não é o fim, porque o fim não é assim. Vamos a guerra.

E como aquele "pequeno" moreno romântico dizia - Todas vez que eu olho, chamo, penso em lhe dar, o meu amor, meu coração, e pensa que não vai possível. Será esse o suspiro do caminhar até o final desta guerra, para essa paixão desgovernada chamada música, órfã de boas idéias, boas canções e emoções, o que não posso lhe dizer, "São tantas".


Por Bruno França

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

PUT THE GLASSES : Adoniran Barbosa

Afrouxe sua gravata, abra os botões de sua camisa, roube o velho chapéu do seu avô. Corra par ao bar mais perto e chame os amigos bons de copo e deixe eles que conversem, apenas se preocupe em manter sua cerveja sempre gelada e se sinta um malandro! Abaixe sua cabeça e preste atenção as mariposas para que sempre fiquem perto pois agora tornou-se uma "lâmpida". Afinal, a gente está aqui pra quê?

São Paulo, 6 de Agosto de 1910 nasce o andarilho do Bexiga, "Expert" em bares ou o homem da voz rouca, João Rubinato, ou para as intimas -  Adoniran Barbosa. Considerado o maior maratonista de mini-bicicletas ou o maquinista bêbado que apenas "tocava para frente" uma simples caixinhas de fósforo. Mas sim, o criador do hino da grande São Paulo, "Saudosa Maloca" ou "Trem das Onze" e com mais obras se tornando um Demônio, da cidade nublada. Indicarei aqui as melhores e mais marcantes músicas do senhor Peteleco, cachorro que Adoniran cuidava onde era autor de todos os seus sucessos.

A primeira, "Joga a chave" começa com um "rapidinha" de cavaco, em homenagem a sua mulher Matilde, tornando-se resultado de uma de suas bebedeiras. Mas suas músicas de mulherengo não para por ai, três anos depois criará "As mariposas" onde descreve a reação que acontecia com as mulheres tem há ele. Em 64, a chaminé apita e o trem dispara de Jaçanã como se estivesse atrasado mas conseguindo chegar a todos os rádios tornando a música mais conhecida, e no mesmo ano ele grava com os "Demônios da Garoa". E por final, "Mulher, patrão e cachaça" que como o título, imaginamos que com exceção do patrão, sonhava com este paraíso. Se continuar com as histórias mais marcantes de Rubinato, eu passaria 72 anos aqui, mas agora tenho que ir pois a minha cerveja não vive sozinha e precisa ser tomada, e não se preocupe em manchar a mesa de madeira de sua mãe com os círculos de amizade que você faz a noite. Os redondos do suor de uma algumas garrafas marrom tomadas que se esforçam em se manter frias, lutando para não se "envolver" com você.

Luis Guilherme C. Legat - Follow me on Twitter