Ben Harper sempre foi posto como um músico do soul, folk e pop. Mas é com o novo álbum Give Till it's Gone, que Harper tenta acabar ou pelo menos diminuir a conotação de "Aquele cara que faz músicas lentas".
O cantor que já está no seu décimo primeiro disco, já se vão 17 anos na estrada, acumulando sucessos e uma carreira sólida, e com este novo álbum deixa mais claro que é um músico de mão cheia. Não posso falar que o lado pop e soul foram deixados de lado, seria uma pisada de bola das mais feias, mas que os sons de guitarras ficaram mais claros do que nunca comparando aos trabalhos anteriores, isso não se pode negar.
O cantor que já está no seu décimo primeiro disco, já se vão 17 anos na estrada, acumulando sucessos e uma carreira sólida, e com este novo álbum deixa mais claro que é um músico de mão cheia. Não posso falar que o lado pop e soul foram deixados de lado, seria uma pisada de bola das mais feias, mas que os sons de guitarras ficaram mais claros do que nunca comparando aos trabalhos anteriores, isso não se pode negar.
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| Capa de Give Till It's Gone |
Ao acompanhar o disco de cabo a rabo, percebe-se facilmente uma consistência muito grande. Descidas e subidas não foram permitidas e reproduzidas, formando assim um corpo, uma linha continua seguida a ferro por Ben Harper, o articulador deste plano.
Foi complicado separar algumas músicas deste disco para comentar, mas tudo para o lado bom, de boa música. Começo com uma do falecido "lado b", "Waiting On A Sign" resume muito bem o que foi feito neste álbum, uma mistura de uma boa levada de soul, com uma pitada de rock'n roll e arrojo de Ben Harper. "Don't Give Up On Me Now" trás uma melodia pegajosa e viciante, digna de ganhar vários "repeat's" no seu player. As influências dos anos 70 vieram a tona com "Do it For You, Do it For Us", com um ar Pink Floydiano pairando em toda música.
Give Till it's Gone foi lançado sem muito alarde, mas aos poucos vai ganhando reconhecimento, reconhecimento mais do que merecido, pois se trata de um belo disco de...rock? Soul? Folk? Não, de música boa, o gênero não importa. BRUNO FRANÇA
Foi complicado separar algumas músicas deste disco para comentar, mas tudo para o lado bom, de boa música. Começo com uma do falecido "lado b", "Waiting On A Sign" resume muito bem o que foi feito neste álbum, uma mistura de uma boa levada de soul, com uma pitada de rock'n roll e arrojo de Ben Harper. "Don't Give Up On Me Now" trás uma melodia pegajosa e viciante, digna de ganhar vários "repeat's" no seu player. As influências dos anos 70 vieram a tona com "Do it For You, Do it For Us", com um ar Pink Floydiano pairando em toda música.
Give Till it's Gone foi lançado sem muito alarde, mas aos poucos vai ganhando reconhecimento, reconhecimento mais do que merecido, pois se trata de um belo disco de...rock? Soul? Folk? Não, de música boa, o gênero não importa. BRUNO FRANÇA
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Fazer sucesso, ser aceito pela mídia, sofrer comparações, fracassos, críticas. Tudo isso é normal no meio da música, acontece ao decorrer da carreira. Agora junte tudo isso ao fato de ser filho de uma lenda, o pai? Bob Dylan, esse é o fardo que Jakob Dylan leva na vida. Problema? de modo algum. Jakob vem mostrando ao longo de sua carreira que soube lidar com isso, e usar a favor. Surgiu como vocalista da banda The Wallflowers, que fez um grande sucesso com o single “One Headlight”, do álbum “Bringing Down the Hors” de 1996, o segundo do grupo.







