WRR Entrevista: Bide ou Balde

Clique aqui e confira uma entrevista descontraida com a banda gaúcha Bide ou Balde

Conheça a carreira do músico Lobão, o artista do mês.

Saiba mais sobre um dos melhores discos nacionais de rock da década passada.

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Coletâneas WRR : Coletânea Jet - The Best Songs From Jet

Confira as melhores canções do grupo australiano JET.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

TOP10 WRR: Jack Nicholson e seus dez melhores filmes

Jack Nicholson. Um dos atores de maior sucesso em Hollywood e também é um dos mais bem pagos, marcou época nas grandes telas com clássicos como O Iluminado, em Batman (1989) deu vida ao vilão Coringa, um dos personagens mais marcantes de sua carreira, e na comédia Tratamento de Choque, protagonizou cenas hilárias ao lado do ator Adam Sandler. 

Com toda essa história, resolvemos listar os 10 melhores filmes do ator em nossa coluna TOP 10 WRR, algo complicado de fazer pela qualidade inquestionável de todos os filmes estrelados por Jack Nicholson. Espero que gostem. Confira logo abaixo a lista.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Rafinha Bastos - A Arte do Insulto DVD

Neste ano de 2011, o ator, apresentador e comediante Rafinha Bastos, registrou e lançou em DVD, uma apresentação do seu show de stand-up comedy "A Arte do Insulto", nome que também leva o registro. 

Com o lançamento, Rafinha dá um passo a frente da maioria dos seus companheiros ou concorrentes de stand-up comedy, mas tem uma exceção: seu parceiro de Band - o também comediante Danilo Gentilli - recém lançou seu show em DVD, mas nada de concorrência entre os dois sócios, já que fundaram juntamente com o produtor Italo Gusso, o clube de comédia Comedians, em São Paulo, que acabou virando referência em bom stand-up comedy no Brasil.

Agora falemos do show. Logo ao entrar no palco, Rafinha já começa com piadas envolvendo a platéia e o triste (?) e engraçado fato de ser gaúcho. Aparentemente muito confortável com o seu texto, o comediante começa a destilar suas ideias sem problemas e com uma grande aceitação do público até o momento, é preciso ter calma, um texto de uma hora pode haver altos e baixos, o que seria normal se analisarmos o tempo de apresentação. 

Nos minutos seguintes é comprido a risca um capítulo do manual dos comediantes: faça piada de si mesmo que será engraçado. E assim Rafinha fez introduzindo-se na história juntamente com citações sobre sexualidade e religião, mas sempre mantendo a história em torno de si mesmo. Seguindo com o show, começa uma série de citações sobre o estado de Rondônia, e estando na cidade de São Paulo que possui muitos imigrantes de outros estados, digamos que foi um pouco arriscado, mas no final está todo mundo em gargalhadas, me incluo neste grupo obviamente.

Situações do dia-a-dia fluem naturalmente, e o assunto garçom vem a tona mantendo a atenção do público, juntamente com Rondônia (de novo), que aparentemente passou e Rafinha teria que esquecer. Os problemas de linguagem aparecem e de supetão é engatado o tópico preguiça, e assim vem a primeira baixa da apresentação com um piada sobre pessoas em coma, como diria um site americano: thumbs down.

Como a questão do sono é colocada em pauta logo em seguida, Rafinha consegue chamar o público novamente, mas não estragarei a festa contando essa, porque realmente foi boa. Você caro leitor, que assiste o canal Discovery Channel não irá gostar o que vem em seguida, saiba filtrar as falas do gaúcho. O comediante então faz a primeira explicação de "nota de falecimento" para quem está vendo o DVD, boa sacada.

Já citei um ponto baixo, agora é a vez do ponto alto. Uma sequência de gozações envolvendo a rainha dos baixinhos que todos irão se familiarizar com as situações, agora: thumbs up. A religião volta de uma forma mais abrangente, sem o comediante no contexto. Ligações entre frustrações e comparações lembrando novamente da Discovery Channel até que outra "nota de falecimento" é explicada durante uma situação com filmes, chamando a platéia. Sabe aquelas piadas fáceis, mas que todos acham engraçadas e não falham nunca, independente do local? Pois bem, Rafinha solta uma série destas piadas que poderão parecer fracas talvez, mas para o momento era preciso..

As chacotas sobre pagode viraram a tônica do show a partir de então, em nenhum momento a platéia respondeu negativamente, participação intensa. A apresentação vai se encaminhando para o final, o nível de interesse da platéia não diminui, e Rafinha aproveita soltando um caso atrás do outro, vários assuntos foram abordados em menos de 15 minutos, experiência sexuais, filmes pornôs, evacuação de gases, até problemas de linguagem novamente e chegando ao fim.

Rafinha Bastos desafiou a platéia, desafiou o stand-up, fazendo uma hora de show. Mais arriscado ainda, estava sendo gravado seu DVD, e errar não era algo pensável. O resultado? Se poderia ser melhor, eu não sei, mas foi muito bom. Muitas vezes vi shows de stand-up comedy muito mais curtos do que este e terem uma rejeição muito maior, o que é complicado. 

O comediante cumpriu seu objetivo, fez um belo trabalho, divulgando-o com este DVD, e também levando à todos um stand-up comedy de qualidade, esperamos que não fique somente neste, e que venha o segundo.

BRUNO FRANÇA

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Royal With Cheese :The Sunset Limited - Um blábláblá que vale a pena

É foda como uma madrugada despretensiosa, e mais entediante que assistir a Turma do Didi, pode se transformar da água pro vinho e trazer algo interessante para nós, reles mortais. E foi numa terça-feira dessas, que não se tem absolutamente nada para se ver na televisão, e você fica zapiando de canal, sempre caindo no desfile de langeries do SuperPop ou em um episódio de Two and Half Man que tu já assistiu, que dei a sorte de colocar na HBO quando começava os créditos inicias de um tal de The Sunset Limited.

Minha primeira reação foi de trocar novamente de canal e me contentar com o fascinante documentário A Difícil Reprodução dos Rinocerontes da Malásia(falando sério, sou viciado em Animal Planet), mas quando vi que Tommy Lee Jones e Samuel L Jackson faziam parte do elenco, deixai o controle de lado para ver o filme.

E Meu Deus, que sorte que tive, pois Sunset Limited é uma daqueles achados que é impossível não marcar quem gosta de cinema. Talvez ele não faça diferença para que tenha ereções vendo o Vin Diesel descer o cacete em todo mundo e depois sair cantando pneu em um Camero( não sou um grande fã de Velozes e Furiosos), mas se você tem um gosto um pouco mais apurado, e não acha o Charles Bronson o melhor ator do planeta, Sunset é um filme que vale a pena ser visto.

Ao começar pela sua simplicidade, que consegue prender o espectador do início ao fim. Isso com apenas dois homens em cena, falando sobre a existência de Deus e as suas frustações na vida, durante 90 minutos. Algo que poderia se tornar tão doloroso quanto um chute no saco, mas não. Dá uma dinâmica totalmente foda ao longa. Principalmente pelos diálogos, que são naturais e instigantes. Nada daquelas pregações e mensagens de bons costumes.

O filme é um conflito entre a crença e o ceticismo quanto à existência de uma força maior. Um ex-presidiário, Black(Jackson) salva um professor de filosofia do suicídio e tenta convencê-lo que Deus o enviou para ampará-lo. Porém, White(Jones) está convicto que tal divindade é apenas uma criação do homem, e mesmo que Ele exista, preferiria morrer e “viver” o silêncio e descanso eterno.

No meio a esse impasse, o filme vai revelando mais e mais das características de cada personagem. Samuel L Jackson, mesmo sendo o “enviado de Deus” revela todo seu passado cruel vivido na cadeia até o momento de sua conversão, uma ocasião nada sublime. Um cara errante que mudou de vida e espera agora ajudar os outros. Mas não de uma forma convencional. Já Tommy Lee Jones é alguém calmo e cordial. Alguém que nunca teve amor pela vida e pelas pessoas, e quer apenas ser esquecido.

As atuações de ambos, por sinal, estão simplesmente AWESOME. Dignas de indicação ao C-3PO de ouro, vulgo Oscar. Mas é claro, por se tratar de um Made for TV, não deve receber essas honrarias.

Outro ponto legal do filme são as metáforas, que fazem o espectador criar diferentes visões e interpretações. Talvez eu esteja falando besteira, pois confesso que vi SunSet Limited junto com algumas latas de cerveza. Mas será que White realmente conseguiu se matar e está passando por algum tipo de teste celestial? Se o quarto onde se passa a trama não algum tipo de limbo? Bom , isso só vendo Sunset Limited.

Não quero ficar aqui martelando e falando que o filme é LEGENDARY, apesar de ser,rsrsrs. Caso você tenha ficado com vontade de ver, dá uma conferida na grade de programação da HBO, que ele tá passando toda semana no canal. Se não, o Mr. Google e alguns sites já oferecem o filme de uma maneira totalmente gratuita. Fica a dica!

Por Leonardo Serafim