WRR Entrevista: Bide ou Balde

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terça-feira, 29 de março de 2011

PUT THE GLASSES : Jakob Dylan


Chamem os amigos para um nova reunião, faz tempo que não nos encontramos nessa roda,certo? Apresento a todos este lindo muro de flores que irá cantar para nós! Sentem e sintam a grama que nos acolhe, o mesmo lugar que muitos pisaram e deixaram marca mas tambem que fazem o que estamos fazendo agora, diria que é algo um tanto quanto familiar. E fiquem a vontade porque essa hora o Sol já parou de brilhar e esta soprando as nuvens.Seu pai bateu várias vezes a porta do céu mas o rejeitaram, tentou durmir para sempre mas o som do tamborim o encomoda.

Foi ele quem construi o muro de flores e agora o destruiu, Jakob Dylan segue a carreira do pai como um ótimo músico.Em 1992 lança o primeiro CD do ínicio de tudo, The Wallflowers (importante citar que foi produzio pela gravadora Virgin Records) e estourou com os sucessos, "One Headlight"(Cold Case) e "Everybody Out the Water"(CSI) mas o que faz lembrar deles é no filme Godzilla com a música "Heroes" de David Bowie (escutem a diferença de versões e depois me comentem). Mas o que me faz mais gostar de Jakob é que ele seguiu a tradição e gravou um CD solo com backing vocal feminino e "copiar" a capa com uma mulher em destque, a compração pode ser feita, Women and Country e The Freewheelin que aparece Bob Dylan e Suze Rotolo. E falando no disco do filho, aqui vai algumas músicas que todos devem escutar, com a faixa de inicio "Nothing But The Whole Wide World" que se da destaque ao backing vocal como dito antes, podemos pular a segunda faixa pois a levada dela segue igual a primeira. "Lend A Hand" completa com instrumento de sopro, levando ao jazz e Luke força sua voz quanto ao normal e para o final dexei " Smile When You Call Me That", eu daria cinco estrelas para esse música e colocando em primeiro lugar em qualquer Top. 

Engraçado pensar que seu último CD é parecido com o primeiro de seu pai, e não criem espectativas se gostaram muito de The Wallflowers pois sua carreria solo fez uma mudança radical de gênero, mas é um ótimo disco para começo de semana e diferente de seu primeiro com o grupo para os finais. E para finalizar e poder tirar os meus óculos encerro como uma frase de Bob Dylan que poderemos levar para qualquer lugar, diz : "O que é lento, logo ficará muito rápido. Como o presente, que mais tarde será passado".

Luis Guilherme C. Legat - Follow me on Twitter

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Jakob Dylan Woman and Country


Por Bruno França
Fazer sucesso, ser aceito pela mídia, sofrer comparações, fracassos, críticas. Tudo isso é normal no meio da música, acontece ao decorrer da carreira. Agora junte tudo isso ao fato de ser filho de uma lenda, o pai? Bob Dylan, esse é o fardo que Jakob Dylan leva na vida. Problema? de modo algum. Jakob vem mostrando ao longo de sua carreira que soube lidar com isso, e usar a favor. Surgiu como vocalista da banda The Wallflowers, que fez um grande sucesso com o single “One Headlight”, do álbum “Bringing Down the Hors” de 1996, o segundo do grupo.
Com o fim da banda em 2005, Jakob resolve começar uma arriscada carreira solo, pelo fato que estaria estampando o nome Dylan nas capas do seu trabalho. Arriscado talvez não, me corrijo, mas sim um desafio e tanto. Em 2008, lançou “Seeing Things”, seu disco de estréia, mostrando uma sonoridade diferente do que apresentava no The Wallflowers, mais pop e flertando com o folk, comparações com o pai foram inevitáveis, e claro, covardes.
Depois do seu disco de estréia, bem aceito pelo público e crítica, Jakob lançou no começo deste ano, “Woman and Country”. Com a mesma levada, mas carregado de folk, Jakob mostra toda a bagagem musical que adquiriu ao longo da sua carreira, além, de crescer aprendendo com um dos melhores no “ramo”. Acrescentando mais o elemento country à suas canções, o resultado foi um disco sólido, e sim, além das expectativas.
Destaque para o lado deprimente que as letras trazem junto com uma melodia muito bem executada. A faixa “Truth For A Truth”, quase uma baladinha, com um belíssimo backing-vocal feminino e um refrão charmoso, é o carro chefe desse disco, seguida por “Everybody Hurting”, fora de série, outra com vozes femininas assistindo Jakob. O disco é simplesmente, desculpem-me a expressão, FODA!