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terça-feira, 17 de maio de 2011

Edição Especial Web Rádio WR - Arctic Monkeys - Suck It and See

Não, não é sexta-feira para nós publicarmos mais uma edição da Web Rádio WR. No final da noite dessa última terça-feira (17), vazou na internet o novo álbum de inéditas da banda Inglesa Arctic Monkeys, cujo o "lançamento" estava marcado para 12 de Junho.

E é claro que nós do What's Rock'n Rolla não poderíamos ficar parados e logo produzimos uma edição especial Web Rádio WR tocando o novo álbum do Arctic Monkeys "Suck It And See", na íntegra para vocês, espero que gostem, aproveitem e compartilhem. Mais detalhes sobre "Suck It And See" nos próximos dias, aguardem. CHEERS!        BRUNO FRANÇA

AVISO: O servidor 4shared excluiu está edição especial relatando abuso por nossa parte. Bom não entendemos o porque, totalmente desnecessário, mas não deixaríamos vocês leitores na mão, e logo abaixo está o link para download do novo disco do Arctic Monkeys, agradeço a compreensão de todos e bola pra frente.

DOWNLOAD.


Arctic Monkeys desafiando todo mundo

Isso mesmo, a banda britânica Arctic Monkeys está prestes a lançar o seu quarto disco de estúdio intitulado Suck it and See que irá desafiar todos. Se você traduzir essa frase e falar para algum Brasileiro, provavelmente irão lhe achar vulgar ou baixo, mas em terras de príncipes e rainhas o dizer fica longe de qualquer conotação sexual, e sim uma expressão conhecida até por nós tupiniquins, o famoso e corajoso "Pague para ver".

E é com essa proposta que o quarteto de Sheffield irá bombardear sua mente com novas canções, aliás, seis que estarão em Suck It and See já foram divulgada pela banda ao longo dos últimos meses e como vocês podem conferir nas edições da Web Rádio WR. Todas as faixas do disco foram e estão sendo gravadas em Los Angeles, Estados Unidos, mas a produção já vem de um bom tempo (segundo semestre de 2010), antes mesmo do vocalista e guitarrista Alex Turner voltar a morar em Londres, já que residia em Nova Iorque desde 2008.

Este processo de composição foi totalmente diferente comparando aos três álbuns anteriores. Além do problema da distância, Turner compôs a moda antiga, solo com violão, e depois o grupo partia para sessões e produção em Londres. Mas você caro leitor, pode estar se perguntando: Porque gravar no EUA? Simples.

Nos últimos três anos a produção musical do quarteto basicamente foi feita em solo norte-americano, até mesmo depois do término dos trabalhos a estadia se prolongava, fato que influenciou diretamente na evolução musical e perceptível ao ouvir Humbug, terceiro disco do grupo, que foi gravado e produzido pelo frontman do Queens of Stone Age, Josh Homme também nos EUA.

Mas o que podemos esperar realmente deste novo trabalho dos macacos do ártico? Posso lhes garantir que ninguém ira se arrepender ao pagar para ver, me agradaram e muito as faixas já divulgadas, algumas até supreendentes pela evolução sonora e roqueira da banda, muito mais americanizada por sinal. Destaque para a "Led Zeppeliana" Brick by Brick, e a baladona Reckless Serenade que possui uma levada pegajosa perfeitamente executada pela cozinha (Baixo e Bateria).

Sem dúvida será um belo disco de rock, brigará certamente para ser o melhor do ano, mas por enquanto e infelizmente nos resta aguardar o lançamento que será no próximo mês, dia 12 de junho.  BRUNO FRANÇA

sábado, 5 de março de 2011

Arctic Monkeys: Álbum do ano a caminho? De novo?

Bom dia, boa tarde, e boa noite. Boa notícia para os fãs de Arctic Monkeys. Essa semana, o grupo soltou em sua página na web, um vídeo sem explicação alguma, se é uma nova música para um possível disco novo ou qualquer outra coisa do género. Mas mesmo com nenhuma informação sobre tudo isso, é de ficar ansioso por o que pode vir a seguir devido ao que é mostrado no vídeo, insano.

A trupe britânica mostra mais uma vez que a cada passo na carreira, a evolução acontece naturalmente com as mudanças. Esqueça o "quickly rock", riffs alucinantes iniciando as canções, apague tudo isso. Josh Homme e USA, dois fatores importantes que já estão presentes desde Humbug, último disco da banda, que aparecem mais do que nunca nesta "prévia". Não somente pela questão sonora, mas visual do vídeo também, o grupo mostra-se mais solto as marras do rock britânico, o que há algum tempo atrás fez muito bem para uma certa banda "pouco conhecida", eles mesmo.

Aposto que você irá achar estranho o que direi agora, mas fiquei com um gosto de "quero mais" depois do vídeo. A expectativa em cima de Alex Turner e seus amigos para cresce após este episódio, seriam capaz de criarem o álbum do ano de novo? Como Humbug em 2009? Só o tempo irá nos responder.

Por Bruno França


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Arctic Monkeys – Humbug(2010)


Sabe aquele disco que você ouve pela primeira vez, e não consegue distinguir se é bom ou ruim, se você gostou ou não? Humbug, o último disco dos Arctic Monkeys tem exatamente este perfil, like alguns discos dos The Beatles, mais especificamente Revolver. Não é um álbum de um single, ou de baladas que estouram rapidamente nas rádios, mas sim um disco com um “corpo”, bom o suficiente para você desligar o PC, TV e sentar para ouvir no talo, mas mesmo assim somente depois de algum tempo você começa a “enxergar” o álbum de outra forma. Há motivos para Humbug ser assim, primeiro de tudo, logo nos primeiros segundos de música você pensa, “Isso é Arctic Monkeys?”, porque os riffs rápidos, alucinates e doidos foram deixados de lado, mas a mudança foi para melhor, as melodias estão mais trabalhadas, com um tom até sombrio em alguns momentos, como na faixa “Fire and The Thud”.
Tudo isso em cima de influências claro, e os moleques não esconderam nada, meses antes de começar a gravar o disco, já davam pistas, “Estamos ouvindo muito Jimmi Hendrix e Cream”, tem mais, “Com certeza Black Sabbath será um influência para o próximo disco”, e uma pista muito importante, talvez o motivo de uma parte da nova sonoridade da banda, “Estamos trabalhando com Josh Homme (Vocalista do Queen of The Stone Age). Uma música que se pode notar o dedo de Josh Homme é “Dance Little Liar”, com o maior estilo QotSA sem dúvida alguma. Um detalhe importantíssimo, Humbug não foi gravado na Inglaterra, mais da metade do disco foi produzido no deserto de Mojave (USA), sim, um deserto, aonde Josh Homme se isola do mundo. Isso fez com que quase todo o álbum ficasse com uma sonoridade totalmente diferente do já conhecido dos Arctic Monkeys. É só pensar, gravar em um deserto, estúdio pequeno, influências pesadas e um produtor de mão cheia, só poderia sair algo muito diferente, mas incrivelmente bom.
Espere um pouco, não pense que a molecada deixou o crazy rock de lado, além disso, Alex Turner, vocalista, compositor e cabeça da banda nunca deixaria isso acontecer. Isso pode ser “visto” na faixa “Pretty Visitors”, que parece ter saído de “Favourite Worst Nightmare”. Falando no vocalista, até poderia escrever mais sobre ele, mas isso ficará para outro post, especial.
Depois de ouvir o disco mais algumas vezes, me deparei com um riff que me chamou atenção, revelando uma “mentira” de Alex Turner e seus amigos. Eles se esqueceram de citar uma banda que iria influenciar a banda, mas que também foi diretamente influenciada por Black Sabbath, talvez você nem a conheça, se chama Nirvana rsrs. É impossível não comparar o riff de “Potion Approaching” do AM com “Very Ape” dos grunges de Seattle. Seria um plágio? Não, talvez mais uma homenagem, até porque o plágio geralmente é pior que a original, neste caso, os Britânicos mandaram muito bem.
Final da história, Alex Turner e sua trupe fizeram um disco além das expectativas, um pouco criticado no começo pelas mudanças, mas com o sucesso, todos iram se acostumar com o novo e ótimo Arctic Monkeys.
Por Bruno França

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Alex Turner: The New British Star


Alguns meses atrás, foi lançado o clipe do segundo single do álbum Humbug do Arctic Monkeys, Cornerstone. Um clipe com baixíssimo custo, filmado em uma câmera amadora em uma sala branca, nada de estúdios alugados e todas aquelas regalias. Até ai tudo normal, outras bandas já fizeram isso antes, mas o que chamou muita atenção foi a atuação solo do vocalista Alex Turner. Totalmente a vontade na frente da câmera, com um fone de ouvido, um microfone e um alto-falante portátil bastaram para o vocalista do Arctic Monkeys fazer uma atuação genial, digna de arrancar gargalhadas desse que vós escreve.

Cada ano que passa fica claro que Alex Turner é diferenciado comparado aos seus companheiros de banda, um vocalista talentoso chega quase a ser um clichê nas grandes bandas Britânicas.

Diferente de outros frontman’s, Turner não torna sua vida pública, pouco se sabe de de seus relacionamentos, mesmo os companheiros banda não sabem muito, o que em geral no meio Rock’n Roll é não muito comum.

Mas isso não muda o fato de cada ano que passa Alex Turner se torna um ícone para novas bandas. A confirmação veio em um projeto paralelo chamado de The Last Shadow Puppets, em meados de 2006, em parceria com Miles Kane, o recente vocalista da banda The Rascals. Com uma sonoridade diferente do Arctic Monkeys, flertando com o folk e levadas ao estilo Beatles, Turner chamou atenção da mídia com o talento exposto nesse trabalho.

Com o lançamento de Humbug, todos pensavam que Turner voltaria a fazer aquele rock frenético, viciante do Arctic Monkeys. Mas com a ajuda de Josh Homme, vocalista do Queens of the Stone Age, o resultado foi um som diferente do qual os fãs da banda estavam acostumados, e o que interessa, muito bom.

É visível a evolução do ex-muleque de Sheffield, na música, nas atitudes em quase tudo, o quase fica no como posso dizer, no jeito de fazer rock, levar o rock como deve ser levado.