WRR Entrevista: Bide ou Balde

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Conheça a carreira do músico Lobão, o artista do mês.

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Coletâneas WRR : Coletânea Jet - The Best Songs From Jet

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segunda-feira, 7 de março de 2011

Cinema: Um bom filme para o feriado

Bom dia, boa tarde e boa noite. Não sou um grande conhecer do sétima arte, mas não posso ficar quieto após ver algo de tanta qualidade. Após a noite do oscar, fiquei intrigado ao ver trechos do filme 127 Horas, estrelado por James Franco. Resultado, já assisti duas vezes o filme, e provavelmente irei ver muitas outras.

Você que não assistiu o longa ainda, deve pensar o porque fique tão animado em ver o filme, vou explicar. A história do filme é sim muito interessante, prende-se facilmente você a frente da tela. Mas sabe quando um ator atua de forma tão fantástica que deixa-o de boquiaberto? É, minha reação ao final da primeira vista foi essa. Uma comparação chula irei fazer, mas foi algo muito parecido com o sentimento ao ver Heath Ledger em The Dark Knight. Depois da morte de Heath, sempre pensei se algum ator teria a capacidade ou insanidade de viver o coringa nas telonas novamente, bom, ponto para James Franco.

Fica a dica de um bom filme caro leitor, garanto um bom tempo gasto do seu dia. Se não gostar, venha me xingar.

Por Bruno França

terça-feira, 1 de março de 2011

Filmes em 3D, bom ou ruim?

Olá meus amigos, na semana passada, depois de muito relutar, assistir Avatar (agora é a hora que todos vão dizer: Depois de tanto tempo?). Bem, para começo de conversa, tenho que dizer que esse típo de filme honestamente não me agrada em nada, mas devido ao enorme falatório da época e um trailer muito bonito, revolvi dar uma conferida.


Pois bem, achei o filme visualmente falando, insano! Mas o filme é só visual, roteiro fraco e vazio, fotografia pobre, atuações horriveis, enfim...Não foi nem uma decepção, foi uma constatação que tive de um questionamento que tenho atualmente: Essa moda de filmes 3D só faz cair a qualidade do cinema mundial. Posso citar aqui Resident Evil IV, Alice no pais das maravilhas e afins, filmes que tem um grande apelo visual porém deixam de lado uma das coisas mais importantes do cinema: Um bom roteiro e boas atuações.


Pra quem gosta de lindas imagens e um visual destruidor, vale muito a pena e é uma excelente pedida, mas acho que a grande maioria dos fãs de cinema esperam entrar em uma sala com sua pipoca, e assistir a um filme com uma história que te prenda durante aquelas duas horas aproximadamente, que te faça sair do cinema com aquela sensação de ter compreendido todo um contexto no roteiro de um bom filme, enfim...imagem é muito importante, mas acho que estão colocando isso acima de qualquer coisa no cinema atual, e com isso vão deixando as raízes de um bom filme de lado.

Por Thiago Ferreira

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Palpites Oscar 2011



Hoje acontece a maior festa do cinema mundial, e como todo site de respeito (será?), o WRR não poderia deixar de dar seus pitacos, mesmo que eles não façam diferença alguma para os velhinhos que compõem a academia e escolhem os filmes vencedores. Mas vamos lá, o que vale mesmo é a diversão, e claro, indicar nossas preferências também.
Obs.: Quando falamos em diversão não incluímos as categorias técnicas. Deixamos isso pro Rubens Ewald Filho e pro José Wilker.


Melhor Filme


Cisne Negro
Bravura Indômita
A Rede Social
ToyStory 3
A Origem
O Discurso do Rei
O Vencedor
127 Horas
Minhas Mães e Meu Pai
Inverno da Alma


Why?


Não há dúvidas que O Discurso do Rei e A Rede Social são os melhores filmes de 2010. E também não tem como negar que o longa estrelado por Colin Firth é o favorito para arrebatar a estatueta. O filme segue os padrões da academia, de um cinema menos comercial, de grandes atuações e ótimo roteiro. E como o Oscar ousou nosúltimos anos, premiando No Country for a Old Man e The HurtLocker (Guerra ao Terror), filmes mais “inovadores”, a tendência é que o raio não caia novamente no mesmo lugar e que o Discurso do Rei leve o boneco do C-3PO de braços cruzados.




Melhor Direção


Darren Aronofsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
David O. Russell – O Vencedor
Tom Hooper – O Discurso do Rei
Joel Coen e Ethan Coen – Bravura Indômita


Why?


Mais um prêmio que deverá ficar nas mãos de A Rede Social ou O Discurso do Rei. A disputa deve ser a mais acirrada da noite.  Mas como a academia costuma premiar muitos concorrentes pelo conjunto de suas obras, David Fincher é o favorito. O cara já deu sua contribuição ao cinema com filmes como Se7en e Clube da Luta, e é considerado um dos principais diretores da sua época. Já Tom Hooper é uma figura nova e um tanto desconhecida. Ou seja, vai ter de passar mais uns anos até poder levar sua estatueta pra casa.


Aronofsky é o nome que corre por fora na briga. O sortudo que catava/catou a Rachel Weisz, e que já dirigiu o mitológico The Wrestler (O Lutador), fez um filme de balé ser algo sombrio e interessante. Fez valar sua indicação na categoria.




Melhor Ator


Javier Bardem – Biutiful
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Colin Firth – O Discurso do Rei
James Franco – 127 Horas
Jesse Eisenberg – A Rede Social


Why?


Mais fácil que chutar cachorro morto. Se Colin Firth não ganhar, mudo meu nome pra Odete Rocha.




Melhor Atriz


Annette Bening – Minhas Mães e Meu Pai
Natalie Portman – Cisne Negro
Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Michelle Wiliams – Blue Valentine


Why?


Convenhamos sem Natalie Portman (e DarrenAronofsky) Cisne Negro não seria 50% do que foi. A nova queridinha da América faz disparadamente sua melhor atuação na carreira e dá vida a uma das personagens mais instigantes de Hollywood nos últimos anos. Mesmo com a ótima interpretação de AnetteBenning, em Minhas mães e meus pais, o prêmio deve ficar com ela.




Melhor Ator Coadjuvante


Geoffrey Rush – O Discurso do Rei
Christian Bale – O Vencedor (Escolha da Academia) (Escolha do WRR) 
Jeremy Renner – Atração Perigosa
John Hawkes – Inverno da Alma
Mark Ruffalo – Minhas Mães e Meu Pai


Why?


Outro prêmio fácil da noite. Bale é simplesmente sensacional ao interpretar um ex-campeão de boxe drogado e bêbado que vive atualmente na sombra de seu irmão (Mark Whalberg). Além disso, ganhou praticamente todos os prêmios que concorreu pelo filme, incluindo das associações de atores e diretores. Praticamente impossível não levar.




Melhor Atriz Coadjuvante


Melissa Leo – O Vencedor
Amy Adams – O Vencedor
Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
HaileeSteinfeld – Bravura Indômita
Jacki Weaver – Reino Animal


Why?


Disparada minha atuação favorita do ano. Ela faz o espectador odiá-la do início ao fim, fazendo uma mãe quase tão desiquilibrada quanto a Cristina Mortágua. Se não ganhar, eu mudo de canal e vou assistir Gugu. Se bem que não ficaria triste se Hailee levasse.




Melhor Animação


ToyStory 3 
Como Treinar o Seu Dragão
O Mágico


Why?


Mesmo eu não gostando, e achar que já tivemos muitas animações melhores, como Monstros S.A e os seus antecessores, ToyStory3 é considerado por Hollywood como o melhor desenho de longa metragem já feito no cinema. Não é a toa que concorre à melhor filme.  Sem chances para Como Treinar Seu Dragão, que só por ter a voz de ChristoperMintz-Plasse já merecia o Oscar.




Melhor Documentário


Lixo Extraordinário
Trabalho Interno
ExitThroughtheGift Shop
Gasland
Restrepo


Why?


Não posso opinar muito nessa categoria, pois só vi o Trabalho Interno. Mas as casas de apostas dão favoritismo ao filme. Quem sou eu pra ir contra agiotas e pessoas que quebram seus braços se você não paga uma dívida de jogo?




Melhor Roteiro Original


Cisne Negro
A Origem 
AnotherYear
O Vencedor
O Discurso do Rei


Why?


Acredito que dê O Discurso do Rei, mas seria uma heresia não simpatizar mais com o roteiro de Nolan. O diretor do Batman parece que tomou ácido atrás de ácido, e criou um dos filmes mais cults dos últimos anos. Muitos falam que A Origem é uma copia de Matrix. Howcares? O filme é foda.




Melhor Roteiro Adaptado


127 Horas
Bravura Indômita
A Rede Social
ToyStory 3
Inverno da Alma


Why?


Simplesmente pelo fato de contar a história da rede social mais utilizada no mundo. Mas graças a Deus que existem pessoas boas no mundo que não usam esse negócio, como eu. Isso mesmo, não sou comédia, papito!  Aqui o oldschool é lei e impera. ICQ e barulhinho do macaquinho neles!!!


Por Leonardo Serafim

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Zumbis x Robôs: Cuidado, Michael Bay à caminho

Se o cinema de entretenimento me ensinou alguma coisa, é que Michael Bay tem o inegável, e às vezes inútil, dom de criar dramaticidade para qualquer coisa que possa ser filmada.  Como alguns já devem ter vistos em sátiras no youtube, o cara consegue transformar uma breve caminhada até a caixa de correio ou um calmo café da manhã com um tigela de sucrilhos em algo tão grandioso (não de uma maneira positiva) quanto a 2ª  Guerra Mundial.

Deboches à parte, o diretor já mostrou que sabe cativar plateias, e quase todo filme que toca, acaba virando blockbuster, vide os casos de Armageddon, Os Bad Boys e Transformers. Se seguirmos essa linha, pode-se dizer que o próximo trabalho de Bay pode ser nada menos que legendário!

A produtora do cabron metido a engraçadinho, Platinium Dunes, juntamente com a Sony Pictures, acabou de adquirir os direitos da comick-book Zombie X Robots. A revista em quadrinhos criada por Ashley Wood and Chris Ryall conta a história de um mundo pós-apocalíptico, onde a raça humana está quase em extinção e uma menina é protegida por uma equipe de robôs contra hordas de zumbis enfurecidos. HOW COOL IS THAT?

Se essa ideia tão absurdamente imbecil e genial for mesmo levada às telonas, impossível pensar em alguém melhor para comandar tal façanha. Veja bem, eu não gostei de Transformers, mas não se pode negar que o Bay fez um bom trabalho recriando robôs gigantes que enfiam a porrada um no outro. Imagina tudo isso, mas com zumbis!

É claro, que para isso Bay teria que dirigir, pois convenhamos, a Platinium Dunes, vulgo ele, produziu filmes tão deploráveis nesses últimos anos que só passariam, e passam, na Tela de Sucessos, no canal do nosso querido Senor Abravanel.

Ainda não foi divulgada nenhuma informação de quando o filme começará a ser rodado, quem irá estrelar a franquia ou quem escreverá o roteiro, mas uma coisa é certa, se Bay for realmente o diretor, a obra talvez não seja uma maravilha, talvez nem seja boa, mas vai ser engraçado demais ver zumbis serem explodidos em câmera lenta e em 527 ângulos diferentes.

Por Leonardo Serafim

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cinema: Josh Radnor surpreende em sua estreia como diretor

Se você não é um analfabeto digital, a ponto de não saber fazer um download, e curte um pouco de seriados americanos, já deve ter ouvido falar em How I Met your Mother. Para quem vive numa bolha ou passou a última década confinado na casa do BBB , e não tem ideia do que estou dizendo, trata-se da série de comédia mais fodona desde Friends( sim, eu já assisti Two and a Half Man) e com um personagem quase tão mitótico quanto Chandler MURIEL Bing: Barney wait for it Stinson. Mas bem, Barney não é o motivo deste post, e sim seu colega de programa, seu wingman, Ted Mosby, interpretado por Josh Radnor.


Nessa semana, tive a sorte de encontrar Happythankyoumoreplease, filme que Radnor faz nada mais nada menos que atuar, escrever e dirigir. Confesso, a expectativa era que perderia duas horas da minha noite vendo algo tão descartável para minha mente quanto os atores da Malhação são para a Globo. Mas, felizmente, estava totalmente errado.


Happythankyoumoreplease é mais um filme da leva 500 Dias com Ela((não que isso seja ruim, pelo contrário) e, forçando um pouco mais a barra, Ele Não Está Tão a Fim de Você, histórias que o tema principal é a busca da felicidade e do amor com personagens inseguros e com cenários urbanos como plano de fundo. Estilo difícil de não se identificar se você já passou dos 20 e está buscando dar rumo a sua vida.
Com essa temática, Radnor expõe a vida de seis jovens vivendo em Nova York e que anseiam por dias melhores. E faz isso de forma formidável, com cada personagem tendo algo relativamente importante para contar, não sendo meros figurantes dentro de um universo composto apenas por um protagonista e uma bela moça.


Radnor, que vive um escritor frustrado, e que ao encontrar um menino perdido, descobre uma maneira diferente de levar a vida. Principalmente quando começa a sair com uma garota chama Mississipi, interpretada pela deliciosa Kate Mara. Annie (Melin Arekman), sua melhor amiga, que sofre de uma doença que faz seus cabelos cair e esconde seu sofrimento em sorrisos falsos. Além do casal Mary Katherine e Charlie, que possuem sonhos diferentes em meio a uma gravidez.


Todos dão sentindo ao filme e conseguem passar a dramaticidade certa para ou seus personagens, não ficando nada muito forçado. Isso graças ao bom roteiro, que consegue criar diálogos simples e verdadeiros, que por minutos lembram momentos de How I Met Your Mother.


A trilha sonora também ajuda a dar charme ao material de Happythankyou. Batendo, teoricamente, no público alvo do filme, os moderninhos, Radnor abusa de canções indie´s para moldar suas cenas. E querendo ou não admitir, as melodias encaixam de uma forma perfeita em cada momento. Como My Friend And The Ink On His Fingers, do Shout Out Louds, nos créditos iniciais, ou na música When they Fight they Fight, do Generationals. Bandas que se você não conhece, deve ir atrás.  


Se você era fã de Ted Mosby, esse já é um bom motivo para assistir o movie. Mas se você não está nem aí para esse cabron, e quer apenas ver uma boa película, que te fará acreditar que a felicidade realmente é possível, nem que seja no cinema, vale a pena conferir Happythankyoumoreplease.


E palmas para Josh Radnor, que na sua estreia como diretor revela um talento incomum para criar histórias leves e bem contadas, algo que não esperamos de qualquer ator. Quando ele tiver uma folguinha do HIMYM, não seria nenhum desperdício de tempo investir em novos trabalhos por trás das câmeras.


Por Leonardo Serafim

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cinema: "Duro de Matar 5" ganha diretor e está próximo

 O personagem que mais exala testosterona por metro quadrado de Hollywood está próximo de voltar às telonas. Sim, Sir. John McClane, mais conhecido como Bruce Willis quando não está salvando o mundo de terroristas barbudos ou socando alemães que decidem invadir  o prédio errado no feriado errado, terá que arregaçar as mangas mais uma vez e fazer a alegria de marmanjos sedentos por adrenalina em Duro de Matar 5.

Mesmo ainda sem roteiro definido, e sem a confirmação de Willis no papel, algo que deverá acontecer em breve, segundo o próprio ator, o estúdio 20th Century Fox divulgou nessa última semana o nome do sortudo que irá dirigir o filme. Trata-se do Noam Murro, que comandou a comédia  Vivendo e Aprendendo(Smart People), mas que ganhou destaque e conquistou a Fox pelos seus comerciais de televisão e video-games.

Beirando os 56 anos, essa deve ser provavelmente a última vez que Bruce Willis encarnará o policial mais fodão que a polícia de Nova York já teve. O último filme da série, Duro de Matar 4.0, lançado em 2007, além de não fazer feio perante à crítica especializada, e principalmente aos fãs, gerou um lucro de mais de $300 milhões ao estúdio.



Por Leonardo Serafim

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Assista ao primeiro trailer de A Era do Gelo 4

Ano passado vazaram vários trechos do que seria o trailer do 4° filme da franquia A Era do Gelo, até um curta-metragem chamado Continental Crack-Up foi produzido para fazer uma promo do filme.

Para a alegria dos fãs, enfim foi lançado o curta na integra, que mostra o de costume, Scrat correndo atrás da tão desejada noz, a consequência da perseguição será a divisão dos continentes.

Enjjoy.